segunda-feira, 18 de julho de 2011

NÃO BRINQUE DE AMOR COMIGO


Num descuido sorrateiro me peguei olhando para o céu. Jamais tinha o visto com uma cor tão aconchegante alucinando minha visão; junto, uma lua, tão cheia, brilhante, chegando a arder aos olhos; tal cenário que só havia visto em paisagens bíblicas em uma exposição qualquer. Não há como explicar, um azul acinzentado de um todo que se acabava por um tom mais marinho. Me remeteu a um passado, onde adormecia em um lugar abandonado, mesmo não sendo hora de dormir, apenas por que você estava ali, do meu lado, e eu precisava sentir a sensação que era acordar e ver aquele imenso céu a minha frente e em seguida seu sorriso me apoiando. Sem mais.




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