Substância inexistente, se faz real por meio de nossas longínquas mãos. É tudo questão de necessidade, a fragilidade humana ecoa por madrugadas frias; madrugadas essas regadas ao pudor de um charme singular, um ar molhado e atraente, uma ou mais pessoas. Os corpos gelados, a pele tão branca a ponto de se desfazer em um segundo, 1, 2... 10 cigarros, 2 drinks, e a luz do poste parece que vai explodir a avenida; na imensidão do silêncio noturno, de algum lugar próximo, degusta-se algum tipo de ROCK, suave, grave.
O estranho se faz normal, tudo pode, felicidade permitida, quem sabe inventada, o mundo se cala.
Acaba a noite; o mundo grita (...)

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