sábado, 24 de dezembro de 2011

Um objeto, inócuo, especial. É assim que me sinto, o que sou; como a última estrela, prestes a inexistir no saguão lunar. Sou a condição mais extravagante nunca dada a um ser mortal antes, e é como se eu pudesse pular de um penhasco e acordar ao lado de alguém, e estivesse pronto, perfeito pro mundo. Será que eu tenho um destino? Não quero ter a vida pronta. Eu quero dobrar em uma esquina e sentir o coração bater mais forte, ao enxergar certo alguém, e então morrer em um destino outrem.


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