Cabelos negros, bagunçados como a minha vida, olhos incontroláveis e sedentos por algo intangível, indecifrável; eles me fitam, não sei se é medo, ódio ou pudor. Nunca lembrei de você tão intenso, até esse momento. O que faço eu, a não ser me deteriorar em excesso em relações de unicidade, entre eu e eu mesmo, usando imagens alheias como ponto de partida? Não sei o que sou, mas trago comigo, preceitos mentais, acidentáveis de glória.
Nenhum comentário:
Postar um comentário