Acredito que existam coisas imensuráveis relacionadas a você. Mesmo passando essa imagem indecifrável de sempre. Eu invento as coisas do meu modo, as crio, eu descubro, e assim são: minhas.
E você aparece nos meus sonhos, não lembro o que sonhei, apenas em você e um beijo, não consigo imaginar, mas foi bom. Talvez eu não queira lembrar. Queira arder na memória eterna de um suave beijo que eu sempre desejei.
Me enxerga diferente, eu não vejo isso, eu sinto, eu sei; tenta comunicação, não com a sua voz, nem com gestos, mas com esses olhos negros indiferentes, como se fossem secar a qualquer momento por falta de um aval dos meus.
Há tempos não sentia essa sensação, aquela que você sente quando o seu eu desperta curiosidade alheia e ao mesmo tempo isso te excita criando um sentimento único entre você e seu ego, mas que ao contrário da normalidade, então se faz real, pois poderá existir coragem. Me senti um adolescente de 15 anos, descobrindo o instigante diverso.

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