domingo, 8 de maio de 2011

♦ preso na imensidão da surrealidade

Às vezes minha vontade é de dar um fim nessa grande brincadeira de Deus. Eu não passo de um rabisco, quem sabe um projeto inacabado destinado ao sofrimento e prazer eterno, mas nunca a felicidade. Mas me falta coragem, coragem propriamente dita, e coragem de ferir as pessoas as meu redor, que são poucas, mas as melhores. 


Esse é só mais um momento incrédulo. Quisera eu voltar a ser uma criança, sem compromissos nem angustias, apenas com a sede de crescer e descobrir o mundo fictício dos adultos (...)


Sem mais a declarar. 



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